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Superlotação deixa o clima tenso na cadeia pública de Bocaiúva

Superlotação deixa o clima tenso na cadeia pública de Bocaiúva

 

Com aproximadamente 100 presos se acotovelando nas poucas celas que dispõe a cadeia pública de Bocaiúva, o clima fica a cada dia mais tenso entre os detentos e até mesmo entre aqueles que são responsáveis pela segurança.

A falta de estrutura para acomodar os 91 presos, que representam quase o dobro da capacidade normal da cadeia, é o maior problema. Um outro problema bastante preocupante é a ausência de cela para menores. Como Montes Claros não parece disposta a receber os menores infratores de Bocaiúva a situação se agrava ainda mais. Com o aumento de crimes cometidos por mulheres, seis delas ocupam uma minúscula cela.

O uso de celulares e até mesmo drogas dentro das celas é descartado pelo delegado Leonardo Diniz, responsável pelo sistema carcerário em Bocaiúva. Isso, no entanto, é comentado a boca pequena por ex-detentos e presos albergados. Dr. Leonardo afirma que isso, atualmente, não existe mais. Algo nesse sentido, porém, está sendo apurado. Presos que estariam se desentendendo dentro das celas, de acordo com Diniz, está sob controle.

A presença de albergados circulando pelas ruas após o horário determinado pela justiça, não é confirmado pela autoridade policial, embora, também a boca pequena, seja comentado.

Uma reunião entre o juiz Daniel, delegados e demais responsáveis pela segurança local e prefeitos da comarca está marcada para terça-feira, 3, no Fórum de Bocaiúva, para discussão da falta de estrutura da cadeia pública da cidade. A reunião, segundo o delegado Leonardo Diniz, é aberta ao público.

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