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Em Fortaleza, curtindo a saudade de Bocaiúva

Em Fortaleza, curtindo a saudade de Bocaiúva

Vindo de Cascavel, cidade a 60 quilômetros de Fortaleza, Galba Araújo chega a Bocaiúva na década de 1970, aos 17 anos de idade. A finalidade era visitar o tio, o dentista José Ribeiro, que também é cearense e havia casado com a bocaiuvense Marcolina Figueiredo Caldeira. Pouco tempo depois, já com um grande número de amizades conquistadas, Galba resolve ficar. Matricula-se no Colégio Estadual Professor Gastão Valle (Escola Normal), aumentando ainda mais o círculo de amigos.
Quando parecia já estar enraizado na cidade, a saudade dos pais e do velho Ceará fala mais alto e ele acaba retornando, indo morar em Fortaleza, aos 21 anos. Conhecer Afonsina foi o que ele precisava para aprender a conviver com a saudade de Bocaiúva e dos amigos que deixou na cidade norte mineira, conforme relatou anos depois.
Do casamento, nasceram Galba Filho, Danielle e Guilherme, formando assim um linda família, há dois anos e meio completada com o nascimento da netinha Giovanna, fruto do casamento da filha com o empresário José Jereissaiti.
A semana passada, em mais uma visita que fizemos a Fortaleza, ele, que revive detalhes da sua permanência em Bocaiúva, nos recebeu – eu, Pedro Rodrigues, e o casal Suely e José Washington – com o carinho e a simpatia de sempre. Na ocasião, agendou com a esposa e um dos filhos uma visita este ano a Bocaiúva para rever os amigos que aqui deixou.

4 comentários

  1. á anos estou a sua procura,comunica comigo o meu telefone 88154677 oihohohoje vi a foto do Guilherme da

    fiquei morrendo de saudade e vi foto de todos gosto muito de voces

  2. José Henrique, sou filha do Galba, muito legal lê essas histórias! Adorei! ;))

  3. Tenho muitas e gratas lembranças do rapaz Galba. Super educado,atencioso e topetudo… Os que tinham tantos cabelos para um glorioso e vistoso topete, se valiam, à época, de um produto coméstico denominado de Gumex. Muitos rapazes cabeludos daqueles tempos, ou antes mesmo,atraiam às hostes femininas pelo penteado e uns pela simpatia. O Galba, se inseria nos dois ítens. Chegante e com aquele sotaque nordestino tornou-se o doce de coco das moçoilas de Bocaiuva.
    Ontem mesmo lembrei-me dele, em razão de uma tromba d’água que premiou a cidade com muita chuva,trovões, relâmpagos e outros babados, típicos de um bom temporal.
    O seu tio gozador, o nosso fraternal amigo Dr.José Ribeiro contava que, o primeiro enfrentamento do Galba com uma chuvarada em Bocaiuva o deixou apavorado, a ponto de se esconder debaixo da cama. Por ter vindo de uma região de muita seca,o então rapazinho ficou assombrado com os tantos trovões,raios,relâmpagos e chuva de granizo ou de pedra.Exagero ou não do tio brincalhão,o Galba nos deixou muitas saudades quando retornou ao seu querido Ceará. Hoje o vejo nas fotos inseridas neste site, sem o topete, mas radiante ao lado de sua simpática família. E isso é mais que um valioso tesouro… Um grande abraço amigo Galba.J.B.

  4. Grande Pedro Beach Park,rs

    Parabéns pelo texto, com muita propriedade você retrata fielmente e de forma bem sucinta a história de um GRANDE HOMEM, que tenho a sorte e o orgulho de ter como PAI.

    Logo cedo, resolveu desbravar o Brasil com a coragem e o arrojo que lhe é peculiar. E chegando em Bocaíuva com a sua simpatia e política do fazer o bem logo conquistou uma série de amigos e com estes excelentes histórias, que até hoje rendem boas risadas.

    Amizade esta que nem o passar de longos anos sem contato conseguiu esfriar.

    Muito obrigado pela homenagem!

    Abraço e até qualquer dia desses em Bocaiúva.

    Guilherme Ribeiro (Fortaleza/CE)

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