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Desmanchar o cabide de empregos e resgatar a credibilidade da Câmara de Bocaiúva são os primeiros desafios do novo presidente

Desmanchar o cabide de empregos e resgatar a credibilidade da Câmara de Bocaiúva são os primeiros desafios do novo presidente

 

Com uma imagem “mais suja do que pau de galinheiro”, apesar do eficiente trabalho e responsabilidade de uns poucos funcionários, a Câmara Municipal de Bocaiúva atravessa uma das fases mais tristes da sua história. O desrespeito com o dinheiro público e os constantes envolvimentos judiciais ganham espaço na mídia regional e enxovalham o nome da cidade. E o que é pior, justamente por aqueles eleitos para fiscalizarem os gastos públicos e promoverem o município com dignidade e respeito.

Eleito presidente dia 30 passado, o vereador Romário Sabino Pires (PSDC), 23 anos, tem a árdua missão de enxugar o quadro de funcionários e resgatar a credibilidade da Casa.

Em entrevista coletiva concedida aos jornalistas Pedro Rodrigues, Gustavo Dumont e Paulo Brandão, do site Pedro Rodriguez.com.br, Jornal das Cidades e Bocaiúva em Notícias, respectivamente, o novo presidente mostrou-se bastante preocupado com o resgate do respeito e da credibilidade do Poder Legislativo de Bocaiúva. Quanto ao desperdício do dinheiro público com relação ao enxugamento do número de funcionários ociosos, deu pouca esperança e com isso acena para novas providências do Ministério Público.

A entrevista completa será postada hoje (3) à noite. Veja, agora, algumas das perguntas feitas para o site www.pedrorodriguez.com.br:

 

– Você é o vereador mais novo da história de Bocaiúva. O que o motivou a entrar para a política?

 

– É público e notório que a Câmara de Bocaiúva é um verdadeiro cabide de empregos. Têm funcionários saindo pelo ladrão. Metade deles é o bastante para atender à demanda da Casa. Você vai promover uma faxina ou vai trocar seis por meia dúzia, ou seja, demitir uns e contratar outros?

 

Em 1987 e 1988, época em que você nem tinha nascido, eu fui presidente da Câmara de Bocaiúva. Éramos 13 vereadores, mesmo número de hoje; tínhamos mais ou menos a mesma população, em torno de 45 mil habitantes, pois a cidade cresceu, mas perdeu dois importantes distritos: Olhos d Água e Guaraciama. Os problemas eram os mesmos ou talvez até maiores, pois tínhamos uma população rural maior. Na ocasião, não tínhamos orçamento próprio e contávamos com apenas um funcionário, sendo que a prefeitura disponibilizava outros dois para faxina e servir cafezinho no dia das reuniões. É bom lembrar que não tínhamos computador e, consequentemente, os recursos da internet, que, obviamente, ajuda na solução de vários problemas. Pergunto: você acha que hoje é preciso gastar tanto dinheiro com cerca de 20 funcionários para executar um mesmo serviço que antes era executado a contento?

 

– Acusados de desviar recursos da verba de gabinete, 12 vereadores aguardam a decisão da justiça que, acatando o pedido do Ministério Público, poderá afastá-los do cargo. Como você pretende lidar com isso?

 

Vejas as respostas dessas e outras perguntas na postagem de hoje à noite.

3 comentários

  1. Pedro gostaria muito de ler as respostas em questão sobre o futuro da Câmara, dito pelo Presidente após os questionamentos citados acima

  2. Pedro gostaria muito de ler as respostas em questão sobre o futuro da Câmara, dito pelo Presidente após os questionamentos citados

  3. NÃO ACREDITO… VAMOS VER SE COMEÇA PELOS SALÁRIOS MAIORES….

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